Tropeçando nos próprios erros… #001

Bem não é normal alguém falar sobre os próprios erros. Um erro não é algo socialmente bem visto e tando no ambiente familiar quanto no escolar eles costumam ser rechaçados e, junto doutros fatores, criam uma cultura anti-erros onde até erros críticos dentro de empresas são escondidos até as últimas consequências… Bem, comigo nada disso aí funciona…

Continue lendo…

Anúncios

Favoritos #008

Favoritos

Nice “?vars” PDL feature

pdl.png

I’m starting with PDL – Perl Data Language manual, more precisely, PDL::Indexing manual, and I found a nice feature to view variables declared in current session of pdl2 interpreter: ?vars. This command is a shortcut to help vars and/or PDL->vars, it shows a report about all variables with name, data type, dimension, flow, state and memory used.

See an example:

pdl> ?vars
PDL variables in package main::

Name         Type   Dimension       Flow  State          Mem
----------------------------------------------------------------
$a           Double D [8,4,3,2,1]          P            1.50KB
$area        Double D [2,3]                VC           0.00KB
$column      Double D [1,5]                VC           0.00KB
$cube        Double D [5,5,5]              P            0.98KB
$even        Double D [5,2]                VC           0.00KB
$im          Double D [5,5]                P            0.20KB
$line        Double D [5]                  VC           0.00KB
$rgb         Double D [255,255,255]        P          126.51MB
$row         Double D [5,1]                VC           0.00KB
pdl> _

Variables with “VC” (Virtual Child) in the “State” column and “0.00KB” in “Mem” column are children of variables with “P” (Parent) in the “State” column. They share space and modifications will reflect on the parent variables and other children, if applicable.

Accessing Android from Emacs

Using tramp-adb is easy to access Android‘s filesystem and shell, but we still need the Android Debug Bridge (and all the Java configuration pain included…).

I didn’t know this Emacs‘s feature and started using it recently. For example, to access my old current phone, I plug it to USB port and hit into Emacs:

,-—
| C-x C-f /adb:
`-—

And the device is autocompleted.

Move, rename and delete files are fine with Dired and eshell is good as sh, but, for now, I don’t know how to inform eshell to use the device’s root instead the root of my laptop… I need to research more and make this a better workflow to tests and day tasks.

Favoritos #007

Favoritos

Trying WebKit on Emacs

Last week, I read an article about WebKit‘s Emacs integration and I get interested in this kind of solution, surfing web inside Emacs looks like a good idea, like “What?! I don’t need go out Emacs? Good!”. I’m a “text-mode” guy, but, last years until now, I start to use more the X11 with the very handy Emacs Server & emacsclient.

More…

Exit Fate – O melhor jogo de RPG que ja joguei!

Em todos esses anos jogando RPGs de várias plataformas diferentes, de longe, o jogo Exit Fate da Empresa SCFWorks, foi o melhor RPG que já joguei na vida. Para quem gosta de uma boa história, não jogá-lo é praticamente um “crime”!. Roda nativamente no Linux através do port não oficial com link disponível na página oficial.

Eu gastei 112 horas pra fechar, mas é porque agilizei pegando o “pacote” de trapaça que o jogo oferece, isto após a centésima hora, logo no início o jogo pergunta se deseja-se pegar esse “pacote” avisando que boa parte da diversão será perdida, eu só o peguei bem tarde no jogo. Não consegui recrutar todo mundo e estou pensando em tentar novamente…

exit_fate.png